quinta-feira, 10 de março de 2011

Eu gosto da minha confusão

Nesse exato momento, às 02h45, passam se tantas coisas na minha cabeça que nem se eu quisesse começar falando de um só assunto especificadamente eu não consegueria. Às vezes é difícil orgnizar as ideias, principlamente quando se trata  de pensamentos íntimos, principalmente quando são seus, tão particulares que você gostaria de privá-los só para você, mas chega uma hora que você quer deixar de ser tão introspectiva ou até mesmo não consegue guardar tanto sentimento para si mesmo, a partir disso você extravaza e minha melhor maneira de expor o que sinto é escrevendo. O que escrevo nem sempre vai fazer sentido para alguém, porque às vezes nem faz sentido para mim, mas o que importa não é o que escrevo para alguém, o que importa de verdade é que eu consiga me expressar. Escrevo com tanta vontade de me expressar que nem vejo como parar, escrevo tanto, mas às vezes não digo nada. Embora, às vezes eu passe dias sem escrever, isso não quer dizer que eu passei dias sem sentir, porque não tem um dia se quer que eu não sinta nada, pode ser que seja qualquer coisa... na maioria das vezes fica guardada na minha memória, são aquelas lembranças que quando você lembra te faz muito bem, porque te traz uma paz, uma leveza que é difícil de explicar, mas quem já sentiu sabe do que estou falando. Eu lembro de uma música, voz, palavra, abraço e até mesmo promessas, essas que a gente não fez para não correr o risco de um depender do outro. Não há um dia que eu deixe de pensar em você, em que eu deixe de fazer uma confusão em mim. Ainda bem que eu gosto dessa confusão.

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