Quando se trata de escrever pensamentos avulsos é bem provável que eu não consiga definir do que irá ser tratado nesse blog. Sim! Sempre me expressei escrevendo, mas escrevo para mim e guardo só para mim, são pensamentos tão íntimos que sempre achei que não deveria ser compartilhados com ninguém. Com certeza minha atitude não se trata de egoísmo e sim de privacidade, nunca quis que ninguém pudesse lê-me, quase sempre o que eu digo não é o que quero, mas o que escrevo é sempre mais real, dessa forma eu corria o risco de me decifrarem, eu não gosto disso, não gosto que ninguém conclua algo sobre mim, nem eu mesma posso dá-me um ponto final. Eu costumo mesmo é me interpretar com vírgulas, gosto disso, é bom para saber o que sentimos por dentro, é tão humano não ter fim, chega a ser enigmático, porque ninguém é tão comum que não tenha um mistério, todos nós temos algo que escondemos, perigo é querer se esconder, mas esconder algo é normal. Ai normalidade... deve ser bem difícil viver com ela, além de difícil deve ser chato, imagina se tudo que você fizesse, falasse, vestisse, comesse fosse normal, não teria graça alguma viver. O excêntrico encanta mais, exótico tem mais dinamismo, tem um sabor de nova experiência, é bom não saber por onde está andando, você sempre irá se surpreender seja por qualquer coisa que seja, você também vai perceber que as coisas mais banais vão aparentar ter muita significância, porque é muito bom apreciar os detalhes e se apaixonar pelos acontecimentos inesperados. Arrisca-se é sempre preciso na vida para você poder ser feliz de alguma forma. Escrevi até aqui e não falei do blog... Enfim, é que agora quero guardar o que escrevo, perdi as contar de quantas vezes escrevi e joguei fora ou perdi ou se desfez. na maioria das vezes quando escrevo é quase sempre depois da meia noite quando tenho insônia, daí venho a inspiração do título do blog, além de que quando decidir criar-lo me peguei de repente escutando “depois da meia-noite” de Capital Inicial, por isso nada mais digno de título tão quanto o próprio. Talvez para vocês não façam nenhum sentido lê as postagens, mas pelo menos eu estarei salvando meus pensamentos avulsos depois da meia noite.quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Tentando definir o que escrevo
Quando se trata de escrever pensamentos avulsos é bem provável que eu não consiga definir do que irá ser tratado nesse blog. Sim! Sempre me expressei escrevendo, mas escrevo para mim e guardo só para mim, são pensamentos tão íntimos que sempre achei que não deveria ser compartilhados com ninguém. Com certeza minha atitude não se trata de egoísmo e sim de privacidade, nunca quis que ninguém pudesse lê-me, quase sempre o que eu digo não é o que quero, mas o que escrevo é sempre mais real, dessa forma eu corria o risco de me decifrarem, eu não gosto disso, não gosto que ninguém conclua algo sobre mim, nem eu mesma posso dá-me um ponto final. Eu costumo mesmo é me interpretar com vírgulas, gosto disso, é bom para saber o que sentimos por dentro, é tão humano não ter fim, chega a ser enigmático, porque ninguém é tão comum que não tenha um mistério, todos nós temos algo que escondemos, perigo é querer se esconder, mas esconder algo é normal. Ai normalidade... deve ser bem difícil viver com ela, além de difícil deve ser chato, imagina se tudo que você fizesse, falasse, vestisse, comesse fosse normal, não teria graça alguma viver. O excêntrico encanta mais, exótico tem mais dinamismo, tem um sabor de nova experiência, é bom não saber por onde está andando, você sempre irá se surpreender seja por qualquer coisa que seja, você também vai perceber que as coisas mais banais vão aparentar ter muita significância, porque é muito bom apreciar os detalhes e se apaixonar pelos acontecimentos inesperados. Arrisca-se é sempre preciso na vida para você poder ser feliz de alguma forma. Escrevi até aqui e não falei do blog... Enfim, é que agora quero guardar o que escrevo, perdi as contar de quantas vezes escrevi e joguei fora ou perdi ou se desfez. na maioria das vezes quando escrevo é quase sempre depois da meia noite quando tenho insônia, daí venho a inspiração do título do blog, além de que quando decidir criar-lo me peguei de repente escutando “depois da meia-noite” de Capital Inicial, por isso nada mais digno de título tão quanto o próprio. Talvez para vocês não façam nenhum sentido lê as postagens, mas pelo menos eu estarei salvando meus pensamentos avulsos depois da meia noite.
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